Muitas são as maneiras de se
comemorar a maior data da cristandade. Apesar de historicamente não ser conhecer
exatamente a data em que Cristo nasceu, convencionou-se comemorar o Natal no
dia 25 de dezembro.
O que se sabe é que antes,
nesta data, se comemorava o Natalis Solis Invicti (“nascimento do sol invencível”),
uma homenagem ao deus persa Mitra, muito popular na Roma antiga. Com a
cristianização do império romano, a primeira vez se comemorou a data associada
ao nascimento de Jesus Cristo foi no ano de 354 d.c, de lá até os nossos dias
todo o mundo cristão comemora a data.
Em cada canto do mundo cristão, as personagens e o ambiente
ganham aspectos regionais. Por aqui, ao invés do estábulo, descrito nos
evangelhos, uma cabana coberta de fibras e paredes de talos da açaizeira, onde
o menino Jesus troca a manjedoura pela rede de cipó.
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A catequista Adijane Pinheiro exibe a premiação da equipe |
Essa cena do natal amazônico foi tema apresentado ao primeiro
concurso de presépios realizado pela paróquia de São João Batista, que reuniu
vários trabalhos, entre eles o que foi coordenado pela professora Adijane
Pinheiro, confeccionado por alunos da turma da 1ª Eucaristia, recebendo a maior
pontuação na exposição.
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Presépio vencedor do 1º Concurso realizado pela paróquia |
Os trabalhos ficaram expostos antes da celebração da Santa
Missa do Natal, sendo uma iniciativa do padre Rosileno Garcia, pároco local.
Com informações da Pascom / PSJB.
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